sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Será o Fim?



Dei-me conta de que o ano está chegando ao fim essa semana, por volta de ontem, anteontem quando vi a propaganda de um mercado famoso mostrando papai Noel, falando de Natal e essas coisas que roubam o tempo do consumo.

É claro que ainda estamos e vivemos novembro, é claro que isso pode influenciar muito na questão fim de ano, muita gente começa com aquele balanço, pô pouco mudou, acaba-se mais uma jornada e no fim dela vemos que nada melhorou, pode ter até piorado com qualquer coisa, mas não é preciso dizer que tudo ficou 100% porque ganhamos na loteria ou ficamos milionários da noite pro dia(ou de janeiro pra setembro).

A questão é outra, é mais de auto-estima e vivência, é como se no começo da viagem fosse preciso construir um prédio forte, duradouro, firme, e nessa altura do campeonato ele ainda não estivesse no topo alto, falta algo, e não é cimento, cal ou areia, falta algo a mais, e esse algo a mais pode ser buscado se for planejado.

Nem tudo está acabado, ainda há chance. Pois bem, vamos lá!
Marcelo Cândido
Quem é Marcelo Cândido?

Amigo da blogosfera ele e suas Palavrinhas para refletir.
Com humor leve, textos agradáveis e de fácil compreensão que transmitem energia positiva.
Parabéns Marcelo pelas suas conquistas e obrigada por aceitar o convite.
Conheça mais sobre Marcelo Cândido e suas PALAVRINHAS!!
Keli Wolinger


Selinho Meme *_* Participação Especial


Ganhei esse selo Meme da Liciane do blog Acorda Menina! Adooro.
E repasso a regra é a mesma postar o selo, indicar de quem ganhou, responder as perguntas e indicar 5 blogs.
HOJE PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DO MARCELO CÂNDIDO DO BLOG PALAVRINHAS!!!
MAIS TARDE NO ANACRÔNICA - AGUARDEM!!

1- Qual a cor do seu cabelo? (que vc usa) Preto
2- Liso, crespo, ou ondulado? Liso
3- A cor dos seus olhos? Castanho escuro

4- A sua altura? 1,60
5- Peso? 55 kg
6- Já foi gorda(o)? Sim, prefiro não lembrar rssrss.
7- Que cores vc mais gosta de vestir? Preto, Rosa :D.
8- Vc prefere roupa justa ou larga? jeans ou moleton? Depende da ocasião , mas amo jeans
9- Para as mulheres, salto alto ou baixo? Salto Alto - sempre para compensar minha altura ahahah
10- Para os homens, tênis ou sapato? - Os dois O.o
11- Que gênero de filme vc prefere? Terror e suspense *-*
12- Gosta mais de musicas lentas ou agitadas? Agitadas
13- Vc toca algum instrumento? - Não
14- Vc tem irmãos? 02 irmãos por parte de pai amo- os muito.
15- Diga um prato saboroso que vc sabe fazer. Lasanha de camarão.
16- Vc gosta mais de doce ou salgado? Doce
17- Vc gosta de dançar? Sim
18- Sente saudade de quê/quem? Saudades dos meus amigos que moram em outra cidade e falta do meu avô.
19- Chocolate branco ou preto? Serve os dois =P.
20- Inverno ou verão? Verão.
21- Vc prefere solidão ou multidão? Depende do meu estado de espiríto.
22- Sorvete ou pipoca? Ixxi ...os dois, mas fico com sorvete.
23- Refrigerante ou suco? Que sabor? - Coca Cola
24- Filme em casa ou no cinema? Em casa com uma companhia especial e cinema com os amigos.
25- Vc chora com facilidade? Quase sempre por besteiras como filmes e coisas que importam não haha estranho mas é assim.
26- Qual foi o primeiro blogueiro que começou freqüentar seu blog? Diogo do Blog DiogoNinguem
27- Vc conhece pessoalmente alguém da blogosfera? Quem? Sim, o Diogo meu melhor amigo, a Thaza, o Júlio entre outros, estudam comigo todos somos loucos e aprendizes de jornalista :P.
28- Quais blogueiros moram na mesma cidade ou próximo a vc? o Diogo, aThaza, a Marília
29- Se vc ganhasse na mega, diga 10 coisas que vc faria/compraria??? Prefiro não comentar... por que não consigo nem imaginar ;)


Os Indicados São.....
A Cela de Um Anjo Caído simplesmente lindos os textos desse blog emocionante eu diria
Diogo Campos - Diogo Ninguém (Hahah te indiquei por último garoto ^^ para ver se você conta coisa que não me contou kkkkk.. amigo-lhe)
Os selinhos vão chegando heheh perdoe- me aqueles que esqueci é problema de DNA (Data de Nascimento Antiga =P)

Keli Wolinger

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Se amanhã não existisse...

O que você faria se descobrisse que morreria amanhã?

Sairia correndo desesperado ou viveria intensamente suas últimas horas?

Uma reflexão que dificilmente fazemos, mas na real não se sabe o que está por vir,
quem iremos conhecer, ou o que vamos viver.

Passamos dias imaginando aquela festa, a prova, o que feremos quando sairmos com aquela pessoa especial. Não é o fato que literalmente é bom - é essa espera de não saber exatamente o que irá acontecer.

Quando alguém nos magoa o tempo que decorremos remoendo essa dor não volta mais, é algo que jogamos no lixo, um rascunho que não passamos a limpo.

Por mais que essas pessoas nos peçam desculpas e nós “cordialmente” aceitamos ou não, aquele restinho da dor fica lá em algum canto e quando lembrada ainda machuca.

Mas o que vale é “viver tudo que há pra viver, vamos nos permitir” esse é o verdadeiro sentido de ser.

Hoje fui surpreendida recebi algo totalmente inesperado, ou sei lá difícil traduzir é que foi algo espontâneo e de alguém que eu diria que jamais demonstra seus sentimentos por medo de se sentir fraco é que me deixou muito feliz.

A cada dia escrevemos uma linha do capítulo de um livro que se chama vida e o autor é o imprevisível tempo.

Keli Wolinger.

Vou compartilhar com vocês o texto que tanto me surpreendeu:

Ainda lembro das palavras doces que você dizia
ao pé do meu ouvido...
Lembro do sorriso que você abria quando me via,
das explicações que você dava quando não conseguia telefonar...
Ainda lembro das risadas que dávamos juntos,
das juras que fazíamos...
Ainda lembro do jeito que você me olhava, dos sonhos que eu tinha com você,
do amor que eu tinha pra lhe oferecer...
Ainda sinto seu perfume, ainda sinto o calor de sua pele, ainda sinto sua presença...
Ainda lembro da nossa canção.
Ainda lembro das vezes que você me olhava e dizia o medo que sentia de me perder...
Ainda lembro de quanta dedicação que eu tinha em lhe ver sorrir.
Ainda lembro das cartas apixonadas, que me faziam ficar até tarde acordado...
Lembro das noites em claro que passei,pensando em você.
Hoje percebo que te amo muito mais do que antes.

* A autora real é Fabiana Thaís Oliveira.

O texto sofreu algumas alterações feitas pela pessoa que me dedicou, meu namorado Ricardo Cabral - que o tempo passe e "traga a certeza de que nada foi em vão".

Keli Wolinger

PS: Não havia publicado o nome por que achei que ele não iria gostar, mas hoje ele me perguntou o porque não disse que foi ele, então está aí :D bjos.





segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O Granfino e a Caipira – II A Mentira

Enquanto ele a segurava pelo braço – a respiração ficou ofegante sua voz saiu quase inaudível:

-Não precisa , eu posso ir sozinha.

Sua amiga rapidamente levantou-se e disse: - Por favor, só espera eu terminar de comer e nós vamos ok?

Ela fez um gesto afirmativo com a cabeça. Sentou-se novamente e começou a respirar de forma compassada para que seus pensamentos se organizassem novamente.

Ele se aproximou segurou em suas mão e perguntou:

- Qual é o seu nome?

Ela não conseguia entender porque ele causava nela aquela estranha sensação, não hesitou

e mentiu – Cristiane esse é meu nome.

Ele sorriu e falou: - Ok Cristiane me chamo Rafael.

O muro entre eles havia sido derrubado. Seguiram a conversa como se tudo não passasse de um jogo de perguntas e respostas e o que errasse primeiro se entregaria. As perguntas seguiam de forma frenética e ela mal conseguia assimilar tudo o que ele perguntava. Dessa forma, sorriu percebeu que poderia se divertir com aquilo.

Porém ela caiu na própria armadilha, quando questionada onde trabalhava sem perceber deixou escapar a verdade. Mais que depressa ele indagou:

- Então você conhece o Cristian? Ele Também trabalha nessa loja ele é meu amigo.

Xeque Mate. Ele estava próximo da verdade.

- Não desconheço esse nome, essa foi a resposta.

Mais algumas risadas e ela diz a amiga: - Vamos já estamos no nosso horário, ou melhor atrasadas. A amiga concordou.

Ela sentiu-se aliviada, tudo estava prestes a acabar ela já não veria mais o garoto dos olhos inquietantes e aquela conversa jamais voltaria a acontecer à sexta feira nebulosa finalmente chegara ao fim.

Ele a surpreendeu : - Posso te acompanhar?

- Eu acho melhor não, como te disse não sou como as outras garotas e você é um estranho.

- Não sou estranho, me conhece agora.

- Mesmo assim thau, nos vemos por aí.

Sorriu despediu-se e seguiu sem olhar para trás.

Amanheceu. Um belo sábado ensolarado e ela teria que trabalhar, suspirou profundamente

ainda não sabia por que havia acordado tão feliz. Foi para o trabalho tudo estava seguindo seu curso como de costume até ela ver ele.

Não conseguia acreditar, era ele o que ele estava fazendo ali? Não pensou muito tentou se esconder foi em vão ele estava conversando com o amigo "em comum", em breve saberia a verdade, ela havia mentido.

Percebeu que eles conversavam, mas porque se preocupar ele não estaria ali por causa dela decidiu que agiria normalmente saiu da zona de conforto, ele a viu.

Despediu-se do amigo e saiu, ela preferiu não perguntar.

Foi um longo final de semana.

Ela pensou nele todo o final de semana não conseguia tirar “aqueles olhos” do pensamento.

A semana iniciou, saiu do trabalho ainda teria que enfrentar a jornada do colégio. Seguia distraidamente pela rua foi surpreendida:

- Gabriela! Ei Gabriela!

Seu coração acelerou era seu nome não olhou para trás, mas sentiu algo segurar seu braço virou-se ele a olhava com um sorriso irônico.

- Preferiu mentir então?

- Agora que você já sabe preciso ir tenho aula.

- Você não pode fugir a vida toda, vou te esperar até a hora que sair.

Se afastaram ela sentia seu coração pulsar na garganta, ele só podia ser louco, mesmo assim a fazia sentir calafrios.

Acabou a aula e ele estava lá de braços cruzados ao lado do portão sorrindo para ela.

Ela não se conteve retribuiu o sorriso, ele veio em sua direção e disse:

-Agora posso te acompanhar?

- A resposta foi um sorriso.

O caminho não foi tão longo, as mãos se encontraram lentamente os corpos ficaram mais próximos a respiração de ambos ofegante.

Não houve palavras a distância entre eles foi apenas dos lábios entrelaçados.

A partir daquele momento nada mais foi igual....

To be continued

Keli Wolinger

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Eles e as dúvidas


São tantas as dúvidas que nos perseguem. Começam cedo na hora de escolher a roupa para vestir e terminam na dúvida de dormir já ou ainda ler mais um capitulo daquele livro.

São necessárias, é inegável. Mas não deveriam ser tantas. Oh céus! Como são cruéis! Não saber o que fazer, nem como agir, pensar, dizer...

E as dúvidas são mais traiçoeiras quando se tem um ele e você é ela. Seria mais fácil se fosse diferente! Exclamamos isso diariamente em várias situações. Mas o que é o diferente?

Nesse caso, sair do clichê é ele gostar dela como ela gosta dele. Às vezes ela lembra que as pessoas gostam de diferentes formas, e que o pouco para ela é muito para ele, mas mesmo assim não entende.

As diferenças entre eles são visíveis e incompreensíveis, ele não entende o que ela escreve, tem aversão à internet, gosta de música e se acha o tal. Ela escreve bastante, passa os dias on-line e prefere televisão.

Ainda não eram especiais um para o outro, os sentimentos estavam confusos, a falta da presença era constante, mas não tinham a força necessária para mais uma vez.

Nada repõe as noites não dormidas, as horas em frente ao computador esperando uma resposta, as tardes de domingo que pedem um colo. Ela já tinha desistido de ficar pensando nele ou ao menos ela tinha pedido insistentemente para seu cérebro parar de fazer isso. O que você sabe muito bem, não aconteceu!

Talvez eles não se entendam bem. Talvez não haja um “nós” entre eles. E quem sabe ainda, não tenha outra vez. Mesmo assim ela espera ele... cheia de dúvidas.

Marília Seleme
Quem é Marília Seleme?

Entusiasta romântica, sonhadora e muitas vezes indecisa. Já pensou em mudar o mundo, mas desistiu porque não pode compreender as pessoas. Atualmente cursa jornalismo e possui um blog que compartilha suas aventuras pessoais.
Conheça mais sobre Marília Seleme: http://reflexoseu.wordpress.com/
Keli Wolinger


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

DECISÃO

"Sinto a fúria de suas palavras, mas não entendo nada do que elas dizem." (Willian Shakespeare)




Os dados foram lançados assim como sua sorte.

Ela estava deitada sob o peito dele ouvindo sua respiração enquanto ele dormia.
Seus pensamentos estavam confusos, não acompanhavam o ritmo lento e compassado da respiração do homem deitado na sua cama, o mesmo homem que ela jurou amor eterno há alguns anos.

Não que ela não o amasse mais, apenas não como antes.
Antes de ele partir e deixá-la sozinha com sua dor.
Tudo havia passado tão rápido – pensou ela, a volta dele á sua porta os pedidos de perdão, as noites de amor.

Mas ela estava decidida a respeito do que estava prestes a fazer.
Levantou-se jogou suas poucas roupas na primeira mala que viu pela frente, vestiu o jeans
surrado, a blusa básica, calçou seu tênis preferido, amarrou os cabelos e ao olhar- se no espelho percebeu que não reconheceu a si própria.

Há um ano jamais seria capaz de fazer o que estava planejando, sorriu, mas não com os lábios sorriu com a alma.

Pegou um pedaço de papel rabiscou algumas linhas deixou ao lado do travesseiro deu-lhe um beijo levemente nos lábios e o deixou.

Ao acordar ele notou que ela não estava ao seu lado, percebeu o pequeno pedaço de papel
ao ler seu rosto ficou atônito:

“Sei que parece absurdo depois de tudo, mas tenho que deixá-lo, não porque eu não te amo e sim porque o que sinto em ralação a você é infinitamente maior do que eu mesma. Meu amor é seu, porém eu me chamo liberdade.”


Keli Wolinger

PS: Parabéns pára meu colega da blogosfera Marcelo Cândido do Blog Palavrinas ( http://palavrinhasmarcelo.blogspot.com/) que está participando de uma Antologia, o Projeto Literário Delicatta, que está em sua quarta edição,dia 20 será a premiação no Espaço Itaú Cultural na Av.Paulista. 149.

Sucesso para você Marcelo!


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A Insustentável Leveza de ser


O que eu sei até então em relação ao vazio que sinto
é que ele vem de conseqüências múltiplas do meu ser.

Do amor que corre em minhas veias e da ira que o acompanhou.

Dos devaneios profundos as grandes desilusões, nessa linha
tênue entre a razão e a lucidez deixo minha história nas linhas do tempo.

Aquilo que eu procuro, mas não sei o nome e que espero sem saber por quê.

Apenas na inconstância de viver isso que chamo de amor.

Keli Wolinger

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Os Quatro Melhores Anos...

Bem, quando Keli me comunicou que eu iria escrever para este espaço na sexta feira 13, confesso que tremi as bases... por dois motivos: A data já é sinistra; e, Sobre o que escrever? Bem, pensei, pensei, pensei e decidi escrever sobre um tema que mais no final do ano irei postar no Tô Ligado! : Os quatro anos de faculdade! Nossa, muita gente já havia me dito que estes seriam os quatro melhores anos da minha vida, e eu, como a maioria imaginava ser apenas mais um clichê básico. Mas acreditem, não é!
Tive o privilégio de conhecer pessoas que certamente irão fazer fazer parte da minha vida por muito tempo... e algumas, para sempre. Estudei, malandrei, me diverti... Passei inúmeros apertos, rodei noites em claro, dormi na sala de aula. Beijei, namorei, briguei, odiei... Enfim, fiz de tudo um pouco.

E só agora, a ficha caiu! É realmente muito triste imaginar que todas as intrigas, decontrações e noites em claro, irão... Mas para mim, que aproveitei ao máximo cada minuto e que trilhei um bom caminho - digo isto em relção ao bom relacionamente com os professores e coordenação (para quem não me conhece, a modéstia não é o meu forte, rsrsrsrsr), vai ficar apenas a certeza que estes realmente foram os melhores anos da minha vida.

Sei que muitos outros virão... Viagens, namoros, carreira e num futuro, casamento, filhos, netos... tudo em decorrência destes quatro melhores anos!

Brunno Luiz
Quem é Brunno Luiz?
Tá Ligado! Um garoto que não é baiano mais é "arretado", meu amigo da blogosfera sempre tem uma opinião das porreta sobre qualquer assunto.
Muito alegre, espírito irreverente e mesmo não conhecendo ele pessoalmente se percebe que ele trás consigo um sorriso para cada dia. Brunno sucesso na sua jornada!
Para conhecer mais sobre o Brunno Luiz acesse: http://www.toligado1.blogspot.com/
Keli Wolinger

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O Granfino e a Caipira



Aquele dia realmente não era um dos melhores ela estava exausta.

No trabalho tudo parecia dar errado, esqueceu da prova que teria no colégio e havia brigado com a melhor amiga. Sem contar que tinha apenas dezesseis anos, mas suas responsabilidades pesavam como se tivesse 35.

Estava na cidade há pouco mais de três meses viera do interior para concluir o ensino médio e cursar a faculdade, muitas mudanças haviam ocorrido em sua vida nos últimos meses deixou de ser a garota badalada e intelectual da cidadezinha pequena para mais uma na grande metrópole. Os amigos mudaram, o colégio e claro precisou trabalhar, seu pai já não mais a sustentava.

Tudo que ela queria era apenas ir para casa, aquele dia infernal teria que acabar. Entregou a prova ao professor com as poucas questões que se lembrava respondida, se despediu dos colegas e aguardou pela saída de sua amiga a qual brigara anteriormente por motivos tolos.

- Me desculpe se te ofendi apenas não gosto que toque no nome dele ta ok? Dirigiu as palavras a amiga.

- Tudo bem. Eu sei que você ta estressada com tudo, mas um dia você terá que falar nisso por mais que te irrite – afirmou a outra com um leve sorriso nos lábios.

-Agora para descontrair vamos comer? Você está com uma cara horrível e comer faz bem – sorriu a colega lhe fazendo um convite.

- Não to a fim de comer, mas te acompanho respondeu franzindo o cenho.

Elas seguiram até uma barraquinha de cachorro – quente na saída do colégio a caminho de casa o silêncio pairava sua amiga lhe conhecia o suficiente para saber que ela não estava bem não a questionou.

Quando chegaram ao quiosque sentaram-se em uma mesa ampla com mais três lugares a colega foi até o balcão fazer o pedido ela permaneceu sentada apenas intuitivamente pensando - quero ir para minha casa logo, esse dia que não acaba.

Perdida em seus devaneios não percebeu que três garotos se aproximavam da mesa até um deles perguntar: - Tem alguém sentado aqui? Antes de qualquer resposta ele dispara - podemos sentar?

- Por quê você perguntou se já está sentado, ela responde.

Ele sorri ironicamente e rebate – Nervosa você hein? Eu não mordo ok? Deixa eu te apresentar meus amigos eu percebi que você está sozinha aqui com sua amiga.

Nisso a amiga se aproxima e diz: - nossa temos companhia olá garotos!

Ele então responde:- ela é mais simpática que você, pelo menos ela não range, e sorriu

A resposta não podia ser outra:- é que ela tem um dom especial para falar com idiotas; todos riram um dos garotos que estava quieto até então fala:

- Calma pessoal é só um comentário e meninas, por favor, desculpem as gracinhas do meu colega ele gosta de chamar a atenção.

A conversa entre eles começou a fluir, mas ela respondia apenas sim e não.

Ela sentia que algo estava errado, nunca uma energia daquela proporção havia tomado conta dela antes, não conseguia olhar para o garoto ao seu lado e não sabia o por que.

Ele não era tão falante quanto os outros, tampouco dizia asneiras ele era calado, observador, era aquele silêncio que a torturava.

Ele chegou mais próximo ela conseguia sentir sua respiração, o coração acelerou a voz dele era suave quando a questionou:

- Você não é daqui não é mesmo?

Ela ficou surpresa será que dava para notar que ela não pertencia aquele lugar, pelo menos não até o momento a resposta foi breve e ríspida:- não!

- É eu percebi, nunca havia te visto no colégio antes seu rosto não é comum e ...

Ela o interrompeu antes que ele pudesse concluir:- não!Eu realmente não sou daqui e muito menos uma dessas garotas que você está acostumado ok. Girou rapidamente em direção a amiga e disse:- vamos embora! Pega seu lanche e vai comendo no caminho se não quiser eu vou sozinha. Levantou-se quando ele segurou em suas mãos:

- Espera eu te acompanho.

Uma onda elétrica percorreu seu corpo, os joelhos estremeceram a voz não saia ela estava começando a entender.

Olhou fixamente em seus olhos, aqueles brilhantes e profundos olhos castanhos se sentiu nua diante daquele desconhecido e compreendeu “era ele...”

To be continued

Keli Wolinger

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Para celebrar o envelhecer



A vida não é justa, mas ainda é boa.

Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.

A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.

Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato
Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.

Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.

Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.

Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele agüenta.

Poupe para a aposentadoria, começando com seu primeiro salário.

Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.

Sele a paz com seu passado, para que ele não estrague seu presente.

Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.

Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que se trata a jornada deles.

Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.

Tudo pode mudar num piscar de olhos, mas não se preocupe Deus nunca pisca.

Respire bem fundo. Isso acalma a mente.

Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.

O que não te mata, realmente te torna mais forte.

Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.

Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite "não" como resposta.

Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.

Se prepare bastante; depois, se deixe levar pela maré.

Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.

O órgão sexual mais importante é o cérebro.

Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você.

Encare cada "chamado" desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?

Sempre escolha a vida.

Perdoe tudo de todos.

O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

O tempo cura quase tudo. Dê tempo.

Independentemente de a situação ser boa ou ruim, irá mudar.

Não se leve tão a sério. Ninguém mais leva.

Acredite em milagres. Deus te ama por causa de quem Ele é, não pelo que você fez ou deixou de fazer.

Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.

Envelhecer é melhor do que morrer jovem.

Seus filhos só têm uma infância.

Tudo o que realmente importa, no final, é que você amou.

Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.
Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.

Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

O melhor está por vir.

Não importa como você se sinta, levante, se vista e apareça.

Produza.

A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente "

Regina Brett, 90 anos, Cleaveland - Ohio.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Ato Simples

Uma atitude fará viajar. Será capaz de fazer voltar ao passado, relembrar os bons e velhos tempos.
É tão simples, tão fácil e sem vergonha pode-se fazer isso em qualquer lugar.
Na beira da praia pra sentir o vento.
Para escutar uma música e senti-la pairar na alma.
Para se proteger e fugir das sensações amedrontadoras.
É possível, com um simples ato, esquecer por um minuto tudo aquilo que entristece. Por um minuto isso pode afugentar a raiva.
Pode-se fingir que adormece para evitar algum mal. Para evitar alguma conversa ou para aproveitar um pouco mais de tempo aquele colo agradável.
Simples, feche os olhos e veja o que pode acontecer.
Por um instante ou uma noite inteira cegou-se tudo o que está acontecendo em volta. Não importa o que passou naquele instante, os olhos estavam fechados.
Um simples ato, feche os olhos volte ao passado
Feche os olhos e idealize o futuro
Feche os olhos e engane o presente
Imagine o mundo, a vida, minta a realidade.
Divirta-se fingindo estar dormindo, é só fechar os olhos.
Esquecer do mundo, ouvir palavras belas e absorve-las direto na alma.
No maior problema que tiver é simples, qualquer um o faz, aquele ato que de tão simples transforma o complexo, mas lembre-se que na hora em que voltar o mundo ainda estará girando.
No entanto feche os olhos. Deixe a alma vagar, mesmo que não acredite, mas com os olhos fechados os mundo pode mudar.
Na sua mente, mas pode mudar.
Então, feche os olhos...

Thayse Gioppo

Quem é Thayse Gippo?
A Thaza é temperamental,convicta,entusiasta tem sempre uma resposta
criativa e conceitual sobre qualquer assunto.
Atenta a tudo que acontece ao seu redor quando sua sombrancelha se ergue alguma idéia, opinião sobre algo, ou alguém está passando por sua mente.
Companheira na faculdade de jornalismo (também por opção haha ) e ateísta procura entender a intensa dualidade humana.
Conheça mais sobre Thayse : http://origem-thaza.blogspot.com/
Keli Wolinger

Reside aqui a essência


Amanhã é dia de conhecer a Origem,o início,
os primórdios de nossa essência a convidada especial é...
Thayse Gioppo a Thaza* :D



Não me peça explicações me abrace;
Não seque minhas lágrimas, deixe-as nascer em meus olhos
e rolarem pelo meu rosto.
Não me beije, conforte-me nos seus braços
no meu pecado de te amar.
Não diga que me ama, apenas permaneça ao meu lado.

Keli Wolinger

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Faxina Mental


Oba mais um!! Obrigada Brunno pelo selo :D continuando....

As regras são as mesmas indique um blog, envie o selo e confira a postagem :D

E o selo vai para:

WWW.diogoninguem.blogspot.com

WWW.juliocastellain.blogspot.com

WWW.reflexoseu.wordpress.com

Precisamos nos livrar da ilusão de que fazemos o nosso melhor

para agradar os outros, e acabamos por nos magoar infimamente

quando essas pessoas apontam nossas falhas.

Devemos perceber que nossas melhores escolhas são aquelas que

nos magoam, mas fazem outros felizes.

Que as oportunidades estão naquilo que não acreditamos, ainda

não fizemos, não sabemos e na vida que não vivemos.

Devemos procurar ser autênticos , aceitar os próprios erros

e os defeitos dos outros.

Aprendemos que melancolia é um estado periódico , passageiro, mas natural.

Precisamos aprender que chorar é lavar a alma,

até mesmo ela precisa ser lavada.

Vamos criar pontes ou invés de muros.

Toda mudança começa por nós mesmo.

Acreditem... Vale a Pena!

Keli Wolinger


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